O FC Porto jogava hoje uma cartada decisiva rumo ao apuramento para a fase seguinte da Liga Europa. Diante do adversário mais forte do grupo, o Besiktas, os dragões entraram com algumas mexidas no onze em relação ao último jogo: Otamendi e Freddy Guarín substituíram os castigados Maicon e Fernando; Rúben Micael e Cristian Rodriguez renderam os influentes João Moutinho e Silvestre Varela por opção técnica.
Durante a primeira metade, o nível de produção futebolística foi elevado. Mesmo na ausência da “formiguinha” Moutinho, que garante uma intensidade de jogo elevada, pressiona rapidamente o portador da bola, é rápido a posicionar-se e inteligente na manobra ofensiva da equipa, as dinâmicas não se perderam e o resultado foi quarenta e cinco minutos pintados de azul e branco e nada mais. Hulk e Falcao voltaram a exibir-se em grande forma, Rúben Micael e Belluschi estiveram bem no capítulo do passe e movimentaram-se bem, a defesa não teve grande trabalho. Apesar da avalanche de jogo ofensivo por parte do FC Porto, o único golo foi alcançado pelo ponta-de-lança colombiano Falcao através da cobrança de uma grande penalidade ganha pelo próprio: mesmo sem grandes hipóteses de chegar à bola, Falcao conseguiu provocar o contacto com o guardião da equipa adversária e o penalty acabou por ser marcado.
Na segunda parte, o FC Porto voltou a entrar mais forte, mas reduzindo a intensidade de jogo. Essa menor intensidade, porventura a pensar já no embate de Domingo frente ao adversário mais directo na corrida pelo título de campeão nacional, acabou por ser fatal. Nihat, num golo soberbo, com um potente e colocado remate de longe, conseguiu bater Helton e empatar a partida. A partir de então, a equipa turca conseguiu impôr-se e o FC Porto teve algumas dificuldades em regressar a um ritmo que lhe permitisse voltar a ficar por cima. Com a expulsão de Rodríguez, André Villas-Boas optou por tirar o elemento mais desequilibrador, Hulk, colocando em campo João Moutinho para reforçar o meio-campo. O Besiktas continuou a atacar mais e só no último quarto de hora, já depois de ser reposta a igualdade numérica motivada pela expulsão de Toraman, o FC Porto pressionou para tentar chegar à vitória mas não conseguiu voltar a marcar. Melhor dito, Ruben Micael ainda introduziu a bola na baliza, num chapéu sublime ao jovem guarda-redes Arikan, porém o árbitro (bem como o árbitro de baliza, que deveria estar a dormir) entendeu que o corte do defesa do Besiktas foi feito em cima da linha. Ainda houve tempo para poupar Belluschi e Falcao e dar minutos de jogo a Souza e Walter. No fim, 1-1 no Dragão, com um FC Porto superior mas sem capacidade para materializar isso no marcador final.
Mesmo com um empate em casa, o FC Porto garantiu a presença nos dezasseisavos-de-final da Liga Europa, objectivo primordial nesta partida, fruto da vitória caseira do CSKA de Sofia diante do Rapid de Viena. Agora todas as atenções voltadas para o grande clássico contra o Benfica. O mesmo estádio que hoje viu um empate verá no Domingo, com certeza, o FC Porto alcançar três preciosos pontos que nos manterão na “senda das vitórias” – expressão particularmente querida do nosso jovem mas sábio técnico.
Uma palavra final para os restantes clubes lusitanos na Europa – parabéns ao Benfica e ao Braga pelas vitórias na Liga dos Campeões. Ambos estão na terceira posição do grupo, no entanto com perspectivas de alcançarem o apuramento (muito especialmente o primeiro). Já o Sporting, caro Guilherme… há-de voltar a vencer.
Durante a primeira metade, o nível de produção futebolística foi elevado. Mesmo na ausência da “formiguinha” Moutinho, que garante uma intensidade de jogo elevada, pressiona rapidamente o portador da bola, é rápido a posicionar-se e inteligente na manobra ofensiva da equipa, as dinâmicas não se perderam e o resultado foi quarenta e cinco minutos pintados de azul e branco e nada mais. Hulk e Falcao voltaram a exibir-se em grande forma, Rúben Micael e Belluschi estiveram bem no capítulo do passe e movimentaram-se bem, a defesa não teve grande trabalho. Apesar da avalanche de jogo ofensivo por parte do FC Porto, o único golo foi alcançado pelo ponta-de-lança colombiano Falcao através da cobrança de uma grande penalidade ganha pelo próprio: mesmo sem grandes hipóteses de chegar à bola, Falcao conseguiu provocar o contacto com o guardião da equipa adversária e o penalty acabou por ser marcado.
Na segunda parte, o FC Porto voltou a entrar mais forte, mas reduzindo a intensidade de jogo. Essa menor intensidade, porventura a pensar já no embate de Domingo frente ao adversário mais directo na corrida pelo título de campeão nacional, acabou por ser fatal. Nihat, num golo soberbo, com um potente e colocado remate de longe, conseguiu bater Helton e empatar a partida. A partir de então, a equipa turca conseguiu impôr-se e o FC Porto teve algumas dificuldades em regressar a um ritmo que lhe permitisse voltar a ficar por cima. Com a expulsão de Rodríguez, André Villas-Boas optou por tirar o elemento mais desequilibrador, Hulk, colocando em campo João Moutinho para reforçar o meio-campo. O Besiktas continuou a atacar mais e só no último quarto de hora, já depois de ser reposta a igualdade numérica motivada pela expulsão de Toraman, o FC Porto pressionou para tentar chegar à vitória mas não conseguiu voltar a marcar. Melhor dito, Ruben Micael ainda introduziu a bola na baliza, num chapéu sublime ao jovem guarda-redes Arikan, porém o árbitro (bem como o árbitro de baliza, que deveria estar a dormir) entendeu que o corte do defesa do Besiktas foi feito em cima da linha. Ainda houve tempo para poupar Belluschi e Falcao e dar minutos de jogo a Souza e Walter. No fim, 1-1 no Dragão, com um FC Porto superior mas sem capacidade para materializar isso no marcador final.
Mesmo com um empate em casa, o FC Porto garantiu a presença nos dezasseisavos-de-final da Liga Europa, objectivo primordial nesta partida, fruto da vitória caseira do CSKA de Sofia diante do Rapid de Viena. Agora todas as atenções voltadas para o grande clássico contra o Benfica. O mesmo estádio que hoje viu um empate verá no Domingo, com certeza, o FC Porto alcançar três preciosos pontos que nos manterão na “senda das vitórias” – expressão particularmente querida do nosso jovem mas sábio técnico.
Uma palavra final para os restantes clubes lusitanos na Europa – parabéns ao Benfica e ao Braga pelas vitórias na Liga dos Campeões. Ambos estão na terceira posição do grupo, no entanto com perspectivas de alcançarem o apuramento (muito especialmente o primeiro). Já o Sporting, caro Guilherme… há-de voltar a vencer.